A moda das pantufinhas | The slippers trend

Numa das minhas até agora muitíssimo controladas shopping sprees do ano, comprei uns ‘slippers’! É bem verdade que esta tendência já tem tantos meses que está quase(?) ultrapassada, mas eram baratuchos e pareceram-e bonitinhos! Ah, e não têm materiais de origem animal na sua composição.

At one of my so far extremely frugal shopping sprees of the year, I bought myself a pair of slippers! It is true that this trend has already so many months that it’s almost(?) out of fashion, but they were cheap and I thought they were cute! Oh, and only man made materials on their composition.

Slippers

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Pés não cruéis (primavera-verão 2013) | Animal friendly feet (Spring-Summer 2013)

Na minha pesquisa por sapatos fabricados de materiais que não sejam de origem animal (em particular, sapatos que não sejam feito de pele), eis que encontrei:
On my quest for leather free animal friendly shoes, here’s what I found:

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1. Asos 2. Bershka 3. Zara

4. Zara 5. Bershka 6. H&M

Nada mau, hein? Agora o difícil será escolher, porque esta vida não está para excessos…!
Not bad, huh? Now the difficult part should be picking which ones I’m going to buy, because this is not a time to go crazy…!

Mais uma marca não testada em animais! | Another cruelty-free brand!

Não será novidade para muitas(os) de vocês, mas eu só recentemente consegui encontrar informação escrita que o confirmasse, e por isso é com satisfação que anuncio que os cosméticos da H&M também não são testados em animais! Yay! Para quem como eu precisa de confirmar a origem da informação, espreitem aqui.

It is probably not news for many of you, but I just recently confirmed this, so it is with great pleasure that I announce to you that H&M cosmetics are also not tested on animals! Yay! For those of you who, like me, need to get to the source of the information in order to actually believe it, check it out here.

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Fonte|Source

 

É mais uma alternativa bem acessível para o consumidor consciente! =) Além disto, a H&M afirma que os seus produtos de cosmética são produzidos em respeito pelos padrões das Boas Práticas de Produção (Good Manufacturing Practices – GMP) – um conjunto de padrões a que deve obedecer a produção deste tipo de produtos de forma a garantir a sua qualidade. Este tipo de práticas faz atualmente também parte da lista do ISO – International Organization for Standardization (ISO 22716:2007).

It is another very affordable alternative for the conscious consumer! =) Besides, H&M claims that their cosmetic products are produced according to Good Manufacturing Practices – GMP – a set of standards set out to ensure the quality of these products. ISO – International Organization for Standardization has also a standard for these cosmetics GMP (ISO 22716:2007).

Moda não cruel: Sapatos | Cruelty free fashion: Shoes

Como já tinha dito, tem vindo a ser cada vez mais uma preocupação minha o processo de fabrico e os meios de obtenção dos materiais usados nas peças de roupa e calçado que compro e uso. E por isso tenho tido mais atenção às políticas de produção das empresas, e procurado escolher aquelas que me parecem mais razoáveis.

No mesmo sentido, e porque me parece uma questão de coerência para quem, como eu, se manifesta abertamente contra os maus tratos a animais, tenho também tentado reduzir o número de artigos em pele que compro (da mesma forma que tenho vindo a reduzir o meu consumo de carne e a substituí-la por outros alimentos capazes de me fornecer níveis muito idênticos de proteína, e passado a comprar produtos lácteos de agricultura biológica). É um facto mais ou menos incontornável que os animais da indústria pecuária são mantidos em condições inimagináveis e abatidos por recurso a métodos muitíssimo cruéis… =’| Eventualmente um dia vamos ser uma Humanidade diferente, e para lá chegarmos é importante que sejamos a mudança que queremos ver acontecer, certo?

Como, não sendo propriamente a pessoa com o maior sentido de estilo do mundo, gosto de moda e de coisas bonitas, a conciliação deste meu interesse com aquela preocupação nem sempre é fácil. Mas é perfeitamente possível, e no fim do dia pode até trazer vantagens “colaterais”, como a poupança de valiosos €€€ por ser mais seletiva na hora de comprar.

Uma das mudanças menos fáceis é a que respeita a sapatos. Como a esmagadora maioria das mulheres, gosto MUITO de sapatos e a maioria dos que geralmente encontro à venda e que me entusiasmam são feitos de… pele.

Mas, no meio da infinita oferta disponível, encontrei alguns super giros e super “fashion”, que não envolvem a utilização de qualquer material de origem animal! Deixo-vos abaixo o meu top 3:

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Todos estes foram comprados na ASOS e entregues numa semana ou menos.

E podem vocês perguntar: “E quem faz estes sapatinhos? Será pago a 3 dólares por cada 20h de trabalho consecutivo?”

Pois bem, a ASOS divulga no seu site o código de ética pelo qual orienta o seu negócio, e que inclui princípios como o pagamento de salários dignos, a proibição do recurso a trabalho infantil e o não estabelecimento de turnos de trabalho com carga horária excessiva. A empresa regista todos os seus fornecedores e fábricas a que recorre. Estes fornecedores e estas fábricas são regularmente auditados para poder ser verificado se seguem ou não o código de conduta da empresa. Mais informação aqui.

Espero que a informação possa ser útil para algun(ma)s de vocês! Eu vou tentando ser mais “verde” e menos “cruelmente consumista” todos os dias, e partilhando a experiência por aqui.

Bom fim de semana! =)

As I said before, it has been a growing concern of mine the production process of the things I buy and wear, as well as the the way their composing materials are obtained. And so I have been paying more attention to the companies production policies and choosing to buy from the ones that have those which seem more reasonable to me.

Also, and because it’s kind of a matter of consistency for someone who, like me, is really committed to the fight against animal abuse, I have been trying to reduce the number of leather articles I buy (as well as my meat consumption rate, which I have been replacing with other things that can give me the same amount of protein, and I have also been buying all dairy organic). It is kind of an undeniable fact that animals in the livestock industry are kept in unimaginable conditions and slaughtered by very cruel means… =’| Eventually one day we will be a different Kind of people, and to get there it’s important to be the change we want to see happen, right?

Although I’m not the person with the most accurate sense of style, I like fashion and nice things, and being able to balance this interest of mine with those concerns is not always easy. Still, it’s perfectly doable, and at the end of the day it can come with some collateral perks, such as saving some valuable €€€ by being more selective when it comes to buying stuff.

One of the most difficult changes to achieve is, in my opinion, the one regarding shoes. As most women, I REALLY love shoes and most of the ones I normally find are made from… leather.

But among the endless supply available, I found some very cute and trendy alternatives that don’t involve any animal materials! Yay! The image above shows you my recent top 3. They were all bought at ASOS and delivered within a week.

Still you may ask: ” What about the people who made these shoes? Were they paid 3 $ for every 20 hour workday?” Well friends, ASOS mentions they set their business by a code of conduct, which includes principles like the payment of living wages, the prohibition to use child labour and to establish excessive working hours shifts. They register all the suppliers and factories they use, and engage independent audits to inspect them and make sure they comply with each of the provisions of their code of conduct. You can find out more about it here.

So, I hope some of you find this information useful! I’ll keep trying to go greener and cruelty-freer everyday, and sharing it through here. 

Have a nice weekend! =)

Vai chover de novo | It’s gonna rain again

Depois de uns dias mornos antes do Natal, que se seguiram a semanas muito húmidas e chuvosas, veio o frio arrebatador! Pessoalmente, gosto muito dos dias frios e luminosos de inverno, de maneira que não me queixo – uma camisola mais quentinha, casacão, luvas e cachecol e estou pronta.

Mas parece que o sábado já vai ser de chuva outra vez… Ainda bem para mim que tenho estas galochas ótimas da Gioseppo, que o pai ofereceu! Em borracha natural e forradas para evitar pés húmidos, atravessam comigo poças infinitas sem medos nem receios! Além disso, são uma opção bem trendy que não envolve a utilização de peles de animais (mais ideias sobre isto virão, quando as conseguir organizar…).

Por isso, have a nice rainy last Saturday of the year! =)

 

After a few warm days before Christmas, which followed some very humid and rainy weeks, along came a ravishing cold! Personally I like cold sunny Winter days very much, so I can’t complain – an extra warm sweater, a nice coat, gloves and a wool scarf and I’m good.

However, it seams Saturday is gonna be a rainy one again… So lucky me I have these awesome rain boots from Gioseppo my dad gave me! Made from natural rubber and lined to avoid humid feet, they walk with me through endless puddles without even blinking! Besides, they are a very trendy option that does not involve using animal skin (more on this later).

So, have a nice rainy last Saturday of the year! =)


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Ideias sobre o conforto não cruel | Thoughts on cruelty free comfort

Tem sido cada vez mais uma preocupação minha o impacto do meu perfil de consumo no ambiente e, mais ainda, no bem estar dos animais. Sou sensível ao sofrimento, obviamente físico, mas também psicológico, que parece cada vez mais incontornável e inignorável ser sentido pelos animais em quem, sem propósito que legitimamente o justifique, o infligimos.

É doloroso perceber que o shampoo, o gel de banho ou o desodorizante que usamos todos os dias foi testado em coelhos e gatos e outros bichos continuamente, com o intuito de se perceber, por exemplo, quanto tempo demoram a destruir o globo ocular. (…sim, é mau a este ponto.)

E por isso, comecei a pesquisar informação sobre testes em animais e a procurar alternativas não cruéis.

Na União Europeia, a Diretiva 2003/15/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, que alterou pela 7.ª vez a Diretiva do Conselho 76/768/CEE, de 26 de julho de 1976, sobre a harmonização da legislação dos Estados-Membros aplicável à produção e comercialização de produtos de cosmética, veio determinar o abandono progressivo dos testes em animais.

A proibição de testes de produtos finais em animais está em vigor desde 11 de setembro de 2004, e a proibição de testes de ingredientes ou combinações de ingredientes desde 11 de março de 2009.

A proibição da comercialização aplica-se também desde 11 de março de 2009, com exceção dos testes de toxicidade por exposição reiterada, toxicidade com efeitos no sistema reprodutivo e toxicocinética, cuja eliminação se determinou dever fazer-se de forma gradual, em função da validação na União Europeia de métodos de teste alternativos. Estabeleceu-se, em qualquer caso, o limite de 11 de março de 2013, dez anos após a entrada em vigor da Diretiva 2003/15/CE, para a proibição definitiva da comercialização de produtos de cosmética testados em animais.

Em Portugal, a Diretiva 2003/15/CE foi transposta pelo Decreto-Lei n.º 189/2008, de 24 de setembro.

Há várias marcas no nosso mercado que não testam em animais e nem todas implicam preços mais altos. Deixo-vos abaixo com algumas sugestões de que gosto especialmente, e que estão facilmente acessíveis:

  • a incontornável The Body Shop – esta marca, que se apresenta, precisamente, como anti-testes em animais, lançou há algum tempo três linhas de produtos que têm sido muito apreciados aqui em casa: a linha de cabelo Rainforest, sem sulfatos, silicones, parabenos ou corantes, os géis de banho Earth Lovers, também sem sulfatos, parabenos e corantes e com 100% de ingredientes biodegradáveis, e os desodorizantes DeoDry, sem alumínio nem parabenos;
  • a mais recente Rituals – tem os melhores cremes hidratantes para o corpo! O meu preferido é o de cereja e leite de arroz, que tem agora uma versão com ingredientes orgânicos;
  • a Yves Rocher – em Portugal apenas disponível através de venda por catálogo, tem apostado no desenvolvimento de produtos fabricados com ingredientes de origem vegetal cultivados em respeito pelos princípios da agricultura biológica. São frequentes e muito simpáticas as promoções! =);
  • a L’Occitane en Provence – não é uma marca muito barata, mas tem, de facto, produtos de que gosto muito: o shampoo calmante para couro cabeludo irritado é ótimo, e a linha de cuidados de rosto à base de arroz também;
  • a Lush – descobri-a mais recentemente, mas já sou fã! Os produtos são à base de frutas e legumes frescos e orgânicos, feitos à mão e com o mínimo de conservantes e embalagens. Gosto especialmente do sabonete para rosto anti-oleoso CoalFace, à base de carvão, e dos sabonetes Miranda e Honey I Washed the Kids;
  • a Nivea – a Beiersdorf, que detém a marca Nivea, afirma não recorrer a testes em animais para desenvolvimento de produtos de cosmética. Além disso, é uma marca com toda uma tradição (quem nunca usou Nivea da “lata azul” que se acuse!) e, porque também é (cada vez mais!) importante, é low cost;
  • os portuguesíssimos sabonetes Confiança – fabricados em Portugal com ingredientes de origem natural e vegetal, de acordo com métodos tradicionais, são uma ótima ideia para presente;
  • a também portuguesa pasta dentífrica Couto – não conheço muitas alternativas de pastas dentífricas não testadas em animais, mas havendo pasta dentífrica Couto, não é preciso muito mais.

Para mais informação sobre este tema, recomenda-se a consulta das bases de dados de empresas que testam e que não testam em animais da PETA, a página da Leaping Bunny (banner no menu lateral direito deste blog) e/ou da Go Cruelty Free.

Não será demais lembrar que são as escolhas do consumidor que fazer evoluir o mercado: se procurarmos alternativas não cruéis dos produtos que usamos no dia a dia, mais cedo ou mais tarde o mercado vai receber a mensagem, e investir num esquema de produção mais responsável, ético e sustentável.

Procurem o logótipo do coelhinho!

It has been a growing concern of mine the impact of my consumer profile on the environment, particularly on the well-being of animals. I am sensitive to the physical and also psychological suffering that is every day more undeniably caused to those lab animals, and it is increasingly consensual that this could be avoided by alternative test methods.

It is actually painful to me to realize that that shampoo, shower gel or deodorant we use everyday was tested repeatedly and continuously on rabbits, cats and other defenseless animals, aiming to determine, for instance, how long do they take to completely destroy and eyeball. (…yes, it’s this bad.)

And so I started to do some research about animal testing and non-cruel alternatives to animal tested products.

In the EU, the Directive 2003/15/EC of the European Parliament and Council, which altered for the 7th time the Council Directive 76/768/EEC, of the 26th  July 1976, foresees a regulatory framework aiming to phase out animal testing. It establishes a prohibition to test finished cosmetic products and cosmetic ingredients on animals (testing ban), and a prohibition to market in the European Community, finished cosmetic products and ingredients included in cosmetic products which were tested on animals (marketing ban).

The testing ban on finished cosmetic products applies since 11 September 2004, while the testing ban on ingredients or combination of ingredients applies since 11 March 2009.

The marketing ban applies since 11 March 2009 for all human health effects with the exception of repeated-dose toxicity, reproductive toxicity and toxicokinetics. For these specific health effects the marketing ban will apply step by step as soon as alternative methods are validated and adopted in EU legislation with due regard to the OECD validation process, but with a maximum cut-off date of 10 years after entry into force of the Directive, i.e., 11 March 2013, irrespective of the availability of alternative non-animal tests.

(Source)

There are several brands in the Portuguese market that do not test on animals and not all of them cost more money. I leave you with some suggestions that I especially like, and that are easily accessible:

  • the unavoidable The Body Shop – this brand, which presents itself precisely as anti-animal testing, has launched three product lines a while ago that have been really appreciated at our house: the Rainforest hair line, with no silicones, sulphates, parabens or colorants, the shower gels Earth Lovers, also with no sulphates, parabens or colorants and with 100% of biodegradable ingredients, and the Deodry line, of aluminum and paraben free deodorants;
  • Rituals – it has the best body moisturizers! My favorite is the Cherry and Rice Milk one, which has now an organic version;
  • Yves Rocher – in Portugal only available by catalog, this brand has been investing in organic ingredient products. They also make often and very friendly sales. Yay!;
  • L’Occitane en Provence – it is not a very cheap brand, but it has some products I really like: the calming shampoo for sensitive scalp is great and the Foaming Rice face line is also very lovely;
  • Lush – I discovered this one maybe a year ago, but I’m already a fan! Their products are handmade, they use fresh organic fruits and vegetables and little or no conservatives and packaging. I especially like the CoalFace soap and also Miranda and Honey I Washed the Kids;
  • Nivea – Beiersdorf, the group that owns this brand, claims it does not resort to animal testing for the development of its products. Also, it is a very well established brand (who among you has never used the blue tin can Nivea moisturizer?) and “low cost”;
  • Confiança – a great Portuguese brand of soaps handmade with natural vegetable oils, following traditional methods. These are also a great idea for a gift;
  • Couto tooth paste – I don’t know many tooth paste non-cruel alternatives in the Portuguese market but really, who needs them? We have Couto tooth paste!

For more information on this subject, I recommend you check PETA‘s cruelty free companies list, the Leaping Bunny web page (banner on the right side menu of this blog page) and/or the Go Cruelty Free web page. 

And remember, our choices as consumers cause the market to evolve: if we search for non-cruel alternatives to the products we use in our daily life, sooner or later the market will get the message, and companies will all start investing on more responsible, ethical and sustainable production methods to keep up.

Look for the bunny logo!

Quentes e confortáveis | Warm and cozy

No domingo passado foi o dia de anos do M.! Yaaay!! E como presente, resolvi fazer-lhe umas pantufas confortáveis para o inverno que aí vem. O exterior é de um tecido muito grosso, tipo lona, têm uma camada interior de espuma (reciclada de uma antiga cobertura de tábua de engomar), e o interior é de flanela. A sola é de feltro grosso, e foi costurada à mão. O molde foi adaptado do livro Weekend Sewing: More Than 40 Projects and Ideas for Inspired Stiching, de Heather Ross.

Ele disse que gostou! =)

Last Sunday it was M.’s birthday! Yaaaay!! As a gift, I decided to make him a pair of warm and cozy slippers for this coming Winter. The outer fabric is some kind of very thick canvas, they have an inside layer of foam (recycled from a used ironing board cover) and they are flannel on the inside. The sole of the slipper is thick felt, hand sewn. The pattern was adapted from the book Weekend Sewing: More Than 40 Projects and Ideas for Inspired Stiching, by Heather Ross.

He said he liked them! =)

 

Mala Furoshiki

Tenho andado cada vez mais interessada pelo tema da costura, e entusiasmada com os mil projectos que vou poder criar sozinha quando dominar a técnica. Adoro a ideia de poder vir a sentar-me à minha mesa, imaginar uma peça de roupa, ou um acessório, e criá-la/o, do princípio ao fim…! Usar os tecidos mais giros e mais naturais que conseguir encontrar (viva o 100% algodão! e se for biológico, viva x2!), saber que ninguém foi explorado para que eu pudesse usar aquela peça, e que dificilmente me cruzarei com alguém com uma igual na rua. É o triunfo da criatividade sobre o consumismo!

Entretanto, hoje, nas minhas pesquisas sobre o tema, descobri a arte do furoshiki, e fiquei fascinada com o potencial da coisa!

Trata-se de uma arte tradicional japonesa, destinada a embrulhar e transportar coisas – tudo o que conseguirem imaginar -, usando apenas retalhos de tecido – maiores ou menores, conforme o que se quiser embrulhar e/ou transportar – e nós!

Seguindo este tutorial que encontrei num blog brasileiro (por sinal bastante interessante), o Superziper, hoje fiz uma mala furoshiki! Yay!! =D

Além de ser super prática e fácil de fazer, é ecológica e o resultado final é giríssimo! Ora vejam:

Sem ideias para os presentes…

É Natal, é Natal, e não vejo luz que me ajude a arranjar boas ideias para presentes…!

Anyway, estas balísticas da Lush não me parecem mal.

Os Pais Natal têm óleos de tangerina, bergamota e flôr de laranjeira e as bolinhas de azevinho cheiram a maçapão! Além disso, e como é filosofia da Lush, não são testados em animais e são completamente vegan, além de dispensarem  embalagens e todo o desperdício a elas associado! YAY!