“Coudre? C’est facile!”

Há umas semanas recebi – finalmente! depois de ter de lidar com toda a ineficiência dos operadores de correios… – as revistas que encomendei no site francês Mamzelle Fourmi. São fascículos de uma edição especial da revista Coudre c’est facile, com imensos moldes japoneses giros giros, e de uma forma geral nada complicados de fazer. Tudo em bom, portanto!

A few weeks ago I – finally! – received the books I ordered from the French site Mamzelle Fourmi. It’s a number of fascicles from a special edition of the sewing magazine Coudre c’est facile, with lots of seriously cute Japanese patterns, all in all not so complicated to make. Great, great buy!

Coudre magazines

Molde: Tenho imensa dificuldade em escolher, de todos os moldes de todos os livros que já fui reunindo e de todos os retalhos de tecidos que fui comprando, o que é que vou fazer a seguir… As chatices de se ser Balança. Mas enfim, depois de alguma hesitação, avancei com um vestido do volume 4 da série. Tive de estreitar o molde ainda um bom bocado, até porque não havia tamanho S, só M e L.
Tecido: algodão liso azul acinzentado, da Feira dos Tecidos da Rua Áurea (fã das caixas de retalhos perdidos e baratuchos!).
Acabamento: fita de viés de algodão às riscas, de um tecido que “herdei” da caixa da minha mãe.

Pattern: I’m having serious trouble choosing what to do next with all the patterns from all the books I’ve been collecting and all the fabric scraps I’ve been buying… Comes with being a Libra. Anyway, after hesitating for a while, I went with a dress from volume 4 of the series. I had to narrow it a lot, as there was no Small size pattern. 
Fabric: greyish dark blue, again bought at Feira dos Tecidos (I’m a fan of those cheap scrap boxes!)
Finishing: home made bias tape made from a stripped cotton fabric I “inherited” from my mom’s sewing supplies box.

Vestido marinho

 

Aqui vai um styling de “Volta Primavera, estás perdoada!”:

Here’s to the “it came and it went away” Spring 2013:

 

Vestido marinho (2)

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Projeto abril: a blusa geométrica

No outro dia passei na Feira dos Tecidos da Rua Áurea e encontrei este tecido de padrão geométrico e cores quentes, em gaze de algodão. Um retalho pequeno, daqueles vendidos avulso. Gostei imenso dele e trouxe-o comigo.

Como tirei uns dias de férias, decidi avançar com a concretização de algumas das mil ideias que tenho pendentes.  E fiz esta blusa largueirona e fresquinha, que estimo usar algumas vezes neste próximo verão que não há meio de chegar.

Para evitar que as mangas me caiam dos ombros, acrescentei ao molde inicial (que tirei daqui) uns atilhozinhos feitos com o mesmo tecido, que aperto atrás (o styling do modelito ficará para uma próxima oportunidade. Está frio o tenho pouca vontade de trocar de roupa…).

Enquanto avançava com o trabalho, descobri que não era assim tão difícil fazer aquelas costuras fininhas, que podem ver na imagem – haja um ferro de engomar e um ponto (mais ou menos) certinho!

A costura teria ficado mais perfeitinha se eu tivesse percebido mais cedo que a rodinha no topo da máquina, que eu pensei ser para regular a largura dos pontos, serve afinal para definir a tensão da linha… Vivemos a aprender e morreremos sem saber, certo?

O vestido “março”

Nuuunca pensei algum dia fazer um vestido, muito menos um usável… Chuif… (lágrima de emoção)…! Preparem-se para ser surpreendidos…

A ideia foi mais uma vez retirada do blog Very Purple Person, deste tutorial.

O tecido principal – o verde axadrezado – foi um dos que comprei no sábado passado na Feira dos Tecidos da Rua Áurea, e o que usei como exterior da parte da cima do vestido veio do baú da minha mãe. Há-de ter perto de 15-20 anos, acho eu… e lembro-me de ela ter alguma peça de roupa feita com ele… mas não me lembro exatamente o que era… acho que uma blusa… não sei, só sei que havia um alfinete muito giro que fazia parte do modelito…! Coisa curiosa, a memória…

E é isto! Estou bastante contente comigo! =) Foi um domingo trabalhoso, mas no fim do dia tenho mais um vestido! =D