O vestido “Não estamos sozinhos” | The “We are not alone” dress

We are not alone dress Collage

O padrão “universo” talvez seja um pouquinho last season, mas o facto é que, como tantas outras tendências, estranhei-o durante um tempo, depois comecei a achar-lhe piada, depois encontrei um tecido giro dentro do género e depois foi preciso arranjar tempo até poder fazer qualquer coisa com ele. Espero que não seja tarde demais…

The “universe” pattern is maybe kind of “last season”, but the fact is that, as it happens with so many other fashion trends, I didn’t quite like it at first, then I started to get it, then I found a cute fabric on the theme and then I had to find the time to make something of it. Hopefully it’s not to late…

We are not alone dress (1)

O molde é outra vez da revista Burda Easy Fashion primavera-verão 2013, com ligeiras adaptações.

The pattern is yet again from Burda Easy Fashion Spring-Summer 2013, with a few adjustments.

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O padrão coelhinho

Diz que está na moda o animal print. E eu sei que, quando se diz animal print, quer-se significar o padrão tigresse, o padrão zebra ou até o padrão girafa. Todos eles um tudo-nada over the top para o meu gosto.

Para ser honesta, até gosto de um tigresse, mas em acessórios ou pormenores pequenos. Toda uma peça de roupa nesse padrão ainda me parece um pouquinho… excêntrico…?

Então decidi (re)interpretar o animal print:

São coelhinhos!!! Olha o zoom:

Acho que não correu mal! Embora tenha, mais uma vez, percebido que os moldes da Burda para tops são todos curtíssimos! Acrescentei alguns 12 cm ao desenho original, e a fiz uma mini-bainha, mas ainda assim ficou um bocado curto… Ou tenho um tronco demasiado comprido (o que o meu 1,60m de altura não permite que seja verdade), ou estarei com certeza a fazer alguma coisa mal… Já fui confirmar, e este molde nem é da parte de criança…!

Enfim, dramas…!

O tecido é mais um retalho comprado na Feira dos Tecidos da Rua Áurea (baratucho baratucho!), e o molde é da Burda Couture Facile Printemps/Eté 2012.

Projeto abril: a blusa geométrica

No outro dia passei na Feira dos Tecidos da Rua Áurea e encontrei este tecido de padrão geométrico e cores quentes, em gaze de algodão. Um retalho pequeno, daqueles vendidos avulso. Gostei imenso dele e trouxe-o comigo.

Como tirei uns dias de férias, decidi avançar com a concretização de algumas das mil ideias que tenho pendentes.  E fiz esta blusa largueirona e fresquinha, que estimo usar algumas vezes neste próximo verão que não há meio de chegar.

Para evitar que as mangas me caiam dos ombros, acrescentei ao molde inicial (que tirei daqui) uns atilhozinhos feitos com o mesmo tecido, que aperto atrás (o styling do modelito ficará para uma próxima oportunidade. Está frio o tenho pouca vontade de trocar de roupa…).

Enquanto avançava com o trabalho, descobri que não era assim tão difícil fazer aquelas costuras fininhas, que podem ver na imagem – haja um ferro de engomar e um ponto (mais ou menos) certinho!

A costura teria ficado mais perfeitinha se eu tivesse percebido mais cedo que a rodinha no topo da máquina, que eu pensei ser para regular a largura dos pontos, serve afinal para definir a tensão da linha… Vivemos a aprender e morreremos sem saber, certo?